Espectros políticos e a economia

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Por Cláudio Chiusoli

Em plena campanha eleitoral, é oportuno associar os candidatos à Presidência do Brasil ao âmbito econômico dentro do espectro político a que pertencem, baseado nas ideologias dos partidos políticos onde estão inseridos – e existem várias divergências nas fontes -, no que se refere as diversas teorias, sistemas e níveis de envolvimento do Estado na economia.

O espectro é dividido entre a Esquerda (com maior controle estatal) e a Direita (com maior liberdade econômica).

Baseado em consultas na internet e auxílio da Inteligência Artificial – e com a ressalva das divergências – , chegou-se a esta distribuição entre os 13 candidatos à Presidência da República:

Extrema-Esquerda: Rui Costa Pimenta (PCO – Partido da Causa Operária), Hertz Dias (PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) e Edmilson Costa (PCB – Partido Comunista Brasileiro).

Esquerda: Samara Martins (UP – Unidade Popular pelo Socialismo) e Lula (PT – Partido dos Trabalhadores).

Centro: Ronaldo Caiado (PSD – Partido Social Democrático) e Augusto Cury (Avante).

Centro-Direita: Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC – Democracia Cristã).

Direita: Flávio Bolsonaro (PL – Partido Liberal), Romeu Zema (Novo), Pablo Marçal (PRTB – Partido Renovador Trabalhista Brasileiro) e Renan Santos (Missão).

Análise posiciona os 13 candidatos entre esquerda e direita, conforme suas propostas políticas e visões sobre o papel do Estado na economia

Organização política-econômica

Os principais aspectos na linha política-econômica são organizados do maior controle estatal para a maior liberdade de mercado:

  • Extrema Esquerda (Economia Planejada): trata-se de uma ideologia de governo que exerce controle total ou quase absoluto sobre os meios de produção, incluindo fábricas, terras e bancos. Na economia, decide o que, como e quanto produzir.
  • Esquerda a Centro-Esquerda (Capitalismo de Estado ou Social-Democracia): existe a convivência entre grandes empresas estatais e o setor privado. O governo intervém fortemente por meio de regulações, impostos progressivos e oferta de serviços sociais, como saúde e educação públicas.
  • Centro: Há equilíbrio entre propriedade privada e regulamentação estatal. O mercado livre determina a maior parte dos preços e da produção, mas o governo atua para corrigir falhas de mercado, como monopólios, ou para assegurar a infraestrutura básica.
  • Centro-Direita a Direita (Liberalismo Econômico): Majoritariamente privada, com o Estado possuindo poucas ou nenhuma empresa, por meio de privatizações. Determinadas pela lei da oferta e demanda. A intervenção estatal é mínima, limitando-se a garantir a segurança jurídica, o cumprimento de contratos e a proteção da propriedade privada.
  • Extrema Direita (Anarcocapitalismo): a propriedade é 100% privada. O Estado é visto como desnecessário. Todos os serviços, incluindo segurança, justiça e moeda, seriam fornecidos por empresas privadas em um mercado completamente livre.

E, então, em qual parte do espectro político você se defini em relação à economia?

Cláudio Chiusoli

Deep State e Establishment estão entre os fatores que prejudicam a economia no Brasil. Saiba como

Professor de Administração na UNICENTRO – Universidade Estadual do Centro Oeste /PR. Economista formado pela UEL. Pós-doutor em Gestão Urbana pela PUCPR. Mande sua sugestão ou dúvidas para prof.claudio.unicentro@gmail.com. Acompanhe meu canal do Youtube e minhas redes sociais Linkedin, Facebook e  Instagram.

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