Se tem uma coisa tão certa quanto o sol nascer pelas manhãs, todos os dias, é que a Nintendo, de tempos em tempos, vai lançar novos jogos da multimilionária franquia Pokémon. Os mais novos títulos para o Switch, Pokémon Sword e Pokémon Shield, foram anunciados pela Big N no fim de fevereiro. O trailer, como não poderia deixar de ser, nos mostra algumas pequenas nuances do gameplay, e revela apenas o essencial para alimentar o hype sobre o lançamento:
O sabor desse trailer é bem vintage, e lembra o começo da aventura, quando Ash Ketchum saía de casa, lá no Gameboy, para desbravar o território de Kanto, desde sua cidade natal, Pallet, até os confins de Viridian. Vai ter treino? Vai. Vai ter batalhas em ginásios? VAI! Vai ter integração com os monstrinhos capturados em Pokémon Go! No celular? Não sabemos ainda.

A aventura agora se passa em Galar, descrita no site oficial como uma “região extensa com muitos ambientes – paisagens idílicas, cidades contemporâneas, florestas densas e montanhas escarpadas cobertas de neve”. Outra informação é que “as pessoas e os Pokémons vivem juntos nessa região, e trabalharam juntos para desenvolver as indústrias daqui”.


Grookey, Scorbunny e Sobble. É bom se acostumar com esses nomes. São os três pokémons iniciais dos novos jogos. O primeiro deles a dar as caras é o coelhinho Scorbunny. Ele é do tipo fogo, e deixa isso claro no trailer quando solta labaredas pelas patas ao correr por engrenagens, o que queima a grama onde pisa.

Quem apaga o princípio de incêndio é o segundo deles, o tímido Sobble. Quase um lagarto, o bichinho azul fica invisível na água, e parece fugir a qualquer movimentação estranha.

Por fim chega o macaquinho Grookey, para fazer a grama queimada crescer novamente. Ágil, sobe sem dificuldades até uma alta chaminé no topo de um prédio.
O jogo ainda não tem data prevista de lançamento – apenas um lacônico “late 2019”. Minha aposta: novembro, a tempo de convencer quem ainda não testou o Switch a colocá-lo na listinha do Papai Noel.


Fábio Calsavara
É jornalista e gamer raiz. Do tempo em que criança jogava fliperama em boteco de rodoviária.

