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Adaptative learning: a tecnologia que permite aprendizagem personalizada

Imagine que você esteja jogando um jogo qualquer de videogame. À medida que avança de fase, o nível de dificuldade aumenta, novos personagens são liberados e surgem outros desafios. O percurso é longo até chegar ao resultado final: vencer ou “zerar” o jogo. Nada diferente do que acontece com o que hoje chamamos na educação de adaptative learning, termo que significa aprendizagem adaptativa.

A tecnologia avançada tem permitido cada vez mais que plataformas inteligentes de ensino ofereçam aos estudantes uma educação personalizada, sempre de acordo com as dificuldades de cada um. Ora, se os alunos são diferentes uns dos outros, o tipo de aprendizado também deve ser. Nesse caso, é a aprendizagem que se adapta aos estudantes. E não o contrário, como ocorre hoje.

Dentro do adaptative learning existem diversas técnicas que podem ser utilizadas em plataformas digitais ou até mesmo em salas de aula convencionais. Entre elas está a gamificação, processo a que me referi no início desse texto. Além disso, também são exemplos o ensino híbrido (blended learning), a sala invertida, as videoaulas, os simulados e o aprendizado colaborativo. Cada um vai merecer um artigo diferente para entendermos o que envolve a educação no século XXI.

O certo é que cada vez mais o ensino à distância (EaD) está fazendo parte da vida de nossos alunos e professores. Seja completa ou parcialmente, quando os estudantes desenvolvem tarefas e atividades de casa de forma on-line. Afinal, os alunos poderão realizar as atividades em qualquer lugar que tenha acesso à internet, seja fora de casa ou durante uma viagem.

Não tem volta. A tecnologia está presente cada vez mais no ambiente educacional. O que precisamos é nos adaptar e utiliza-la da melhor forma possível para potencializar o aprendizado. E, assim, proporcionar aos estudantes que atinjam seus resultados: passar de ano ou entrar numa universidade.

Foto: Pixabay

Tiago Mariano 

Formado em História pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), pós-graduado em Ensino e História. Atualmente ministra aulas no Colégio Estadual Olavo Bilac, em Cambé, no Colégio Maxi, em Londrina, e é coordenador pedagógico da startup londrinense EducaMaker. Em 2018, foi premiado pela Google for Education (2018) com o primeiro lugar nacional no Programa Boas Práticas pela criação de um método de formação de alunos de alta performance.

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