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Novo trabalho do Terremotor em vinil para os londrinenses

Banda de surf rock disponibiliza alguns vinis do novo álbum – ainda não lançado – para os fãs londrinenses

Telma Elorza com assessoria

O LONDRINENSE

Quem gosta de surf rock vai ter uma oportunidade única, entre os dias 12 e 15 deste mês, em Londrina: adquirir o vinil do novo trabalho da Terremotor , o álbum “Veneno da cana” , ainda antes do lançamento oficial, marcado para dia 28 de fevereiro. O guitarrista Duda Victor estará em Londrina no final de semana com os exemplares que serão vendidos pelas mídias sociais (@dudavictor1,  @terremotor_surf e Terremotor ) e entregues delivery, sem taxas. Após o lançamento, estarão disponíveis também em CD e nos serviços de streaming de música.

Terremotor, banda de surf rock de Umuarama, foi fundada em 2015 por Duda Victor (guitarra, tzouras), Paulo Tropa (bateria) e José Duarte (baixo). No dia em que os três se encontraram começou a primeira banda de surf rock de Umuarama. Paulo Tropa e José Duarte também faziam parte da banda “Nega Jurema”. Duda Victor foi também um dos fundadores de outras duas bandas de surf rock: “Búfalos D’água” (Londrina), lançando: Ocean (1997), Pacific Hell (2001), Farewell to Shore (2004) e Clássicos da Surf Music (2004). E com “Dirty Fuse” (Atenas, Grécia), lançando: Lost Riders (2010), Dirty Fuse (2012), Surfbetika (2013), Last Wave (2014) e Back to Brazil (2015). Em julho de 2017 a banda lançou seu primeiro CD homônimo, lançado pelos selos Reverb Brasil (SP).

“Veneno da cana” foi gravado em 2020 no Sanza Studio em Assis Chateaubriand (PR). Um disco com uma sonoridade diferente, com experimentos em outros ritmos além da batida clássica da surfmusic. Mistura de música grega, brasileira, punk rock e o clássico rock’n’roll. São 10 músicas inéditas e uma versão de “Cerveza”, música mexicana de 1962. Um disco que define o Terremotor como uma banda fora dos padrões da surf music tradicional onde se mostra que as junções de ritmos e estilos podem fazer uma arte ainda mais rica e sem limites.

O novo álbum do Terremotor é o mais lapidado de todos os trabalhos que a banda fez agora. O modo de composição de algumas músicas como, Alcohol, don´t run, foram feitos nos ensaios e mostram uma mistura dos gostos musicais de cada integrante, no caso dessa Punk, Samba, Manguebeat, música Grega e talvez algo mais. “Na música Difração compus um riff de baixo inicialmente e depois fizemos o restante juntos. Já em Godless, o Duda veio com a ideia da música na guitarra e depois construímos uma das músicas mais diferentes que fizemos”, diz o baixista José Duarte.

Segundo ele, não teve muita regra pra compor. “Treinamos bastante pra gravar e por conta disso gravamos e editamos praticamente tudo num dia, muita música saiu numa track. Foi também a primeira vez que gravamos todos os instrumentos juntos, fora as percussões e vozes. Achei o resultado final melhor que esperava tanto nas composições quanto na qualidade da gravação que o João do Estudio Sanza conseguiu pra gente, que aliás foi a melhor que tivemos de todos os álbum do Terremotor”, afirma.

Foto: Divulgação

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