Comento de um assunto atual do nosso dia a dia na economia. Nessa coluna destaco novamente a queda da taxa Selic, assunto que havia abordado em coluna anterior.
Há duas semanas, o Copom (comitê de política monetária) decidiu pelo corte da taxa Selic de 6% para 5,5% ao ano e, parece, que a taxa deve cair para 4,5% ainda neste ano, segundo analistas. Esse feito impacta fortemente o mercado de ações. Trata-se da menor taxa histórica em um momento ímpar na economia do país.
Considerando que a inflação oficial (IPCA) também está em queda, o juro real tende a ficar menor que, em uma breve explicação, é a diferença entre a taxa Selic e a inflação verificada no período.
Assim, tem-se o seguinte cenário: os investimentos que acompanham a taxa Selic como Poupança, CDB e Tesouro Selic, renderão menos ainda.
É importante estar atento para escolher seus próximos investimentos para que o seu capital continue rendendo e mantendo o poder de compra.
Assim a palavra de ordem: diversificação dos investimentos é a sugestão.
Isso significa que aplicação de renda variável como ações, fundo de ações e fundos imobiliários estarão cada vez mais atrativos, considerando ainda o cenário da recuperação da economia.
Se desejar saber um pouco mais sobre o assunto, acesse o
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Isso aí, deixo mais uma leitura de um assunto da economia do nosso dia a dia. Uma ótima semana.
Cláudio Chiusoli

Professor de Administração na UNICENTRO – Universidade Estadual do Centro Oeste /PR. Economista formado pela UEL. Pós-doutor em Gestão Urbana pela PUCPR. Facebook: facebook.com/claudio.chiusoli
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