Resident Evil: Requiem promete ser o jogo mais assustador

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Por Robson Moretão

E aí, pessoal! Robson Moretão aqui, no comando do blog ALÉM DOS CONTROLES. Um salve para todos os fãs de games, dos veteranos que pegaram no controle de um Atari aos que já nasceram no mundo dos gráficos em 4K. Hoje a gente vai mergulhar em uma das franquias mais resilientes e amadas do mundo dos games: Resident Evil. Preparem o fígado, porque o papo é de susto, tensão e, claro, muita qualidade.

A jornada de um gigante do Terror

Imagens: Divulgação CAPCOM

Não é exagero dizer que o Resident Evil moldou o gênero de survival horror. A gente se lembra daquela primeira vez, na Mansão Spencer, com aqueles gráficos de porta de geladeira e aqueles ângulos de câmera que nos tiravam o chão. A série evoluiu, né? Teve sua fase ação total com o 4, 5 e 6, que dividiu a fanbase, e depois deu aquele golpe de mestre e voltou às origens assustadoras com o glorioso Resident Evil 7: Biohazard.

A Capcom fez um movimento cirúrgico: ouviu a crítica, ouviu os fãs e reinventou a roda sem perder a essência. E é justamente sobre essa evolução constante que o próximo capítulo, Resident Evil: Requiem, promete falar mais alto.

Resident Evil Requiem: o melhor dos dois mundos assustadores

Falando nesse novo pesadelo, as informações que vazaram da Gamescom 2025 são mais do que suculentas. O grande debate desde o RE7 sempre foi: primeira ou terceira pessoa? A Capcom, num lance de mestre, decidiu não escolher. Resident Evil Requiem vai oferecer as duas opções! E não é só um capricho, pessoal. Em entrevista, o diretor Koshi Nakanishi, a mente por trás do assustadoríssimo RE7, foi bem sincero.

Ele admitiu que a perspectiva em primeira pessoa do jogo anterior foi TÃO intensa e imersiva que acabou afastando parte do público. Teve gente que não aguentou o tranco, não terminou o jogo ou nem sequer começou. A opção de terceira pessoa, portanto, é um convite para que mais jogadores possam experimentar a nova história.

Promessa de uma montanha-russa de emoções

Mas calma, seus medrosos de plantão (eu me incluo nesse grupo às vezes, não julgo)! A inclusão da terceira pessoa não significa que Resident Evil Requiem vai ser um passeio no parque. Muito pelo contrário. A ambição declarada da Capcom é criar a experiência MAIS extrema da série. Nakanishi descreveu o jogo como uma montanha-russa emocional, com a maior oscilação entre tensão absoluta e momentos de relaxamento que a série já viu.

Eles prometem picos de terror tão altos que a queda no alívio vai ser ainda mais satisfatória. E tem mais: a tal criatura perseguidora, que virou marca registrada desde o Mr. X e a Lady Dimitrescu, terá seu funcionamento repensado. A dica que ficou é que, desta vez, talvez tenhamos meios de lidar com ela de forma… definitiva. Isso me cheira a uma provocação perigosa e deliciosa.

Dominando a Gamescom 2025

E se alguém ainda estava duvidando do potencial desse jogo, a Gamescom 2025 calou a boca de geral. O evento anunciou seus premiados e adivinhem quem dominou completamente? Isso mesmo, Resident Evil Requiem saiu de lá como o jogo mais premiado do evento, levando nada menos que QUATRO estatuetas para casa: Melhores Visuais, Melhor Áudio, Jogo Mais Épico e Melhor Jogo PlayStation.

Esses prêmios são um sinal claro e forte. Eles atestam a excelência técnica e a capacidade da Capcom de criar momentos sonoros e visuais inesquecíveis que ressoaram profundamente com o público e a crítica presentes no evento.

Resident Evil: Requiem deve chegar ao mercado em fevereiro de 2026, mas já vem com quatro premiações da Gamescom 2025.

No fim, o medo é divertido

Isso tudo me faz crer que fevereiro de 2026 está muito, muito longe. A ansiedade está a mil. E para aqueles que ainda torcem o nariz para jogos de terror, eu deixo um pensamento: não há gênero que entregue uma catarse tão grande quanto um bom survival horror.

É aquele susto que faz você gritar, seguido daquela risada nervosa e daquele suspiro de alívio que vale ouro. É como assistir a um filme de terror com os amigos: a experiência compartilhada do medo é, no fim das contas, pura diversão.

Quem diria que um jogo para nos assustar poderia ser tão… bom?

Um abraço e até a próxima, pessoal. E lembrem-se: não joguem de luzes apagadas… ou joguem. A experiência é mais autêntica!

Robson Moretão

Um maluco por games desde sempre – há mais de 30 anos! Sou fissurado em histórias incríveis, desafios “impossíveis” e gráficos realistas. Aqui, na minha coluna, vou falar sobre o avanço desta indústria fantástica e seus desdobramentos.

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