Banda Conduta, o trash hardcore do Tocantins!

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Por Rogério Rigoni

Fala, meninas e meninos do ROCK!

Estava eu fazendo os programas para o nosso programa DNA Rock Brasil, quando, do nada, recebi um direct no meu Instagram com um link. Eu vi que era de uma banda, “Conduta”. Ainda não tinha ouvido falar dessa banda e, consequentemente, não ouvi nada sobre, mas fiquei muito feliz: “que massa, uma banda entrando em contato”” É raro!

Parei o que estava fazendo e fui ouvir a obra dos meninos, sem me importar qual estilo seria, só precisava escutar. Aumentei o volume e coloquei pra rolar. Quando o primeiro riff de guitarra saltou do alto falante, abri um sorriso e falei: “Caralho, irmão! Isso é muito foda”!

O que veio a seguir foi sensacional, um trash de atitude e respeito, pesado e gutural como deve ser. Depois de escutar a “pedrada”, é claro que eu tinha que saber mais sobre a banda, de qual lugar desse país do “Deus me livre” estava vindo aquela música. 

Mandei uma mensagem, conversamos um pouco, aproveitei e já falei sobre o nosso programa na rádio, a coluna no O LONDRINE̅NSE e deixei meu contato telefônico. O cara do outro lado foi super solícito e, pouco tempo depois, o Enilton já me mandou uma mensagem perguntando como funcionava tudo. Aproveitei e fiz entrevista. Então vamos lá!

A banda Conduta nasceu nos meados de 2015, na cidade de Araguaína (TO). Os meninos queriam fazer um som cheio de atitude, pesado e com identidade.

O nome Conduta já diz muito a respeito. Baseado na cultura samurai, está baseado em honra, disciplina, lealdade, perseverança e coragem. Com isso, a banda fez questão de adotar o samurai como sua logomarca.

O início da Conduta

No início, a banda priorizou os festivais e eventos locais, mesmo sem ter nada gravado.

Nesse período, a Conduta passou por diversas formações, permanecendo Marcos Lye e Matheus Corrêa, que deram continuidade ao projeto.

Na primeira fase, a “Conduta” fazia um Hardcore Crossover, estilo que acompanhou a banda por cerca de um ano tendo como base para uma evolução e amadurecimento musical.

Em 2018, os meninos gravaram “Ratos Vermes”, na formação Marcos Lye (baixo e vocal), Enilton Souza (guitarra) e Matheus Corrêa (bateria), mas, com o amadurecimento da estrada, eles não ficaram satisfeitos com o resultado e decidiram regravar a faixa.

Assim nascia a nova “Ratos e Vermes”, agora cheia de peso e atitude (foi essa que eu escutei).

Conheci a banda Conduta, que faz um trash hardore demais! A banda é do Tocantins, provando que o underground tá vivo em todo Brasil
Fotos: Divulgação

Nessa mão, a banda participou da coletânea Rock Soldiers, marcou presença no Contramão Musical, deu entrevista para a rádio Rota 220 e ainda realizou uma live pelo HellMedia, consolidando-se assim na cena independente.

Em 2020, em decorrência da pandemia a banda entrou em um hiato obrigatório, parando temporariamente suas atividades.

Após esse período, a banda voltou ainda mais agressiva e convidou Wdne para o contrabaixo, deixando o Marcos Lye livre para se dedicar aos vocais e Raylon para dar aquele “gás” nas guitarras, ao lado de Enilton Souza.

Agora sim! A Conduta está pronta para alçar novos horizontes, com respeito e atitude. 

Para ver e ouvir “Ratos e Vermes”, basta acessar o canal oficial dos meninos no YouTube e se preparem, pois ainda é só o começo, os meninos ainda tem muito que incomodar.

Sigam a banda no Instagram @condutaoficial

Formação: @enil.sousa (guitarra); @marcoslyecruz (vocal); @math_correia7 (batera); @rayllon.alvss (guitarra); @wdne_dubes (baixo)

Tenha um ótimo final de semana!

SEM ANISTIA PRA GOLPISTA SAFADO!

FORA, TODOS OS POLÍTICOS DE MERDA!

BORA PRO ROCK!

Rogério Rigoni

“FALA, MENINAS E MENINOS DO ROCK”! Assim começa o programa o DNA Rock Brasil, pela radio UEL FM! Sou um dos apresentadores e falo do que amo desde que me conheço por gente: música! E se for autoral, melhor ainda! E já que não tive uma banda, me realizo falando e escrevendo sobre rock and roll! Punk de alma e de coração, vivendo em paz ! E…BORA PRO ROCK!

Me sigam no Instagram: @dna_rock_brasil

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(*) O conteúdo das colunas não reflete, necessariamente, a opinião do O LONDRINE̅NSE.

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