Vivian Feijó compara pandemia à Terceira Guerra Mundial e diz que arma mais poderosa é a conscientização da população e a única esperança é a vacina
Telma Elorza
O LONDRINENSE
A superintendente do Hospital Universitário da Universidade Estadual de Londrina (HU-UEL), doutora Vivian Feijó, conversou com O LONDRINENSE sobre várias questões da pandemia. E faz um alerta: “Não adianta me dar R$100 milhões para abrir 100 leitos porque não tem como. Falta gente para trabalhar neles. Nossa esperança é a vacina”. Confira a entrevista.
