A inflação está em queda, eis a boa notícia! Entenda!

Por Cláudio Chiusoli

Reflexão que retrata a realidade atual: “A inflação é um monstro brutal e cruel, especialmente torturando os assalariados” by Roberto Campos (economista – 1917/2001).

Bem, é importante dar publicidade ao fato: pesquisas indicam que a temida inflação gerada pelo aumento dos preços dos insumos para empresas e consumidores, como energia, gasolina e dólar, está em queda, pelo menos no Brasil.

A inflação tem um grande impacto em nossas vidas diárias. E para quem tem seus contratos com base nesse indicador, certamente já teve muita dor de cabeça, como na correção de contrato de aluguel e outros.

Entretanto, a boa notícia é que a inflação está dando sinais de desaceleração.

Os principais indicadores, que são o IPCA e o IGP-M, mostram isso.

O IPCA acumula alta de 5,49% no ano, e, nos últimos 12 meses, de 11,89%.

Já o IGP-M, o grande vilão dos alugueis, acumula alta de 8,16% no ano e de 10,70% em 12 meses.

A título de comparação, verifica-se essa queda ao considerar que, em 2021, o IGP-M fechou em 17,78% e, em 2020, 23,14%.

Para entender sobre o IGP-M, ele é divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), desde 1940 ,como indicador mensal do nível de atividade econômica do país.

Seu cálculo é baseado na média aritmética ponderada de três indicadores – índices de preços ao produtor amplo (IPA), índice de preços ao consumidor (IPC) e índice nacional de custos da construção (INCC), cada um com peso diferente – 60% do IPA; o IPC é de 30%; INCC, 10%.

Cada um tem seu propósito, como:
• O IPA é um indicador que monitora as variações de preços percebidas pelos produtores.
• O IPC é um indicador que monitora o comportamento dos preços que afeta diretamente os consumidores finais.
• O INCC é um indicador que monitora os custos da construção civil.

O cenário a comemorar é a tendência da queda da inflação, onde, por exemplo, a redução dos preços dos combustíveis contribui bastante.

E não menos importante, tive relato de conhecidos que nesse período de reajuste de aluguel, por questões contratuais, procuraram a imobiliária, que foi uma boa aliada na intermediação, que não aplicou os 10,7%, mas sim um valor menor.

Fica a dica. Desejo uma ótima semana!

Cláudio Chiusoli

Professor de Administração na UNICENTRO – Universidade Estadual do Centro Oeste /PR. Economista formado pela UEL. Pós-doutor em Gestão Urbana pela PUCPR.
Mande sua sugestão ou dúvidas para prof.claudio.unicentro@gmail.com. Acompanhe meu canal do YouTube e minhas redes sociais Linkedin, Facebook Instagram.

Foto: Pexels

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