Logitech G RS50: Quando o volante some e o carro “vira real”

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Por Robson Moretão

Aqui quem escreve é Robson Moretão, direto do Além dos Controles, e hoje o papo é rápido — ou melhor, de alta rotação. Se você é daqueles que já suou as mãos no Gran Turismo, ajustou o freio no Assetto Corsa ou xingou o Forza por causa de uma curva mal feita, se prepara: o novo Logitech G RS50 promete transformar o seu quarto em um verdadeiro cockpit profissional.

A sensação de estar no grid da vida real

A Logitech resolveu pisar fundo no acelerador e trouxe para o Brasil o RS50 System, o novo queridinho dos entusiastas de simulação automotiva. O grande diferencial? Um sistema Direct Drive com 8 Nm de torque, capaz de entregar uma resposta tátil que faz o volante literalmente ganhar vida nas suas mãos.

Esquece aquele delay chato de engrenagens ou correias. Aqui, o sistema TRUEFORCE conversa direto com o jogo, transmitindo vibrações e forças em tempo real. É o tipo de tecnologia que te faz sentir a diferença entre um asfalto liso e uma zebra agressiva.

A Logitech pensou em tudo: o pacote vem com a base de direção RS50, o HUB RS, o volante redondo RS e uma braçadeira para fixação. Ou seja, tirou da caixa, conectou, e pronto — é só ligar o motor (virtual, claro).

O volante em si é um show à parte. Feito com silicone de alto desempenho e estrutura de alumínio, ele passa uma sensação de firmeza absurda. É aquele tipo de equipamento que dá vontade de ficar virando mesmo sem o jogo aberto — só pelo prazer da pegada.

A Logitech traz para o Brasil o RS50 WSystem, o novo queridinho dos entusiastas de simulação automotiva, capaz de entregar uma resposta tátil que faz o volante ganhar vida
Imagens: divulgação/Logitech

Direct Drive: o segredo por trás da imersão

Mas, afinal, o que faz esse tal de Direct Drive ser tão falado?

Diferente dos modelos convencionais que usam polias ou engrenagens para transmitir força, o Direct Drive conecta o motor diretamente ao eixo do volante. Isso significa zero perda de resposta e máxima precisão.

O RS Wheel Hub é o cérebro do sistema — ele permite acoplar diferentes tipos de volante, mostra luzes de LED indicando rotação e mantém compatibilidade com PC, PlayStation e Xbox. Essa versatilidade é ouro para quem gosta de variar o terreno de corrida.

E o resultado? Aquela sensação de que o carro está realmente reagindo às suas mãos. Cada micro-ajuste na curva, cada derrapagem controlada ou correção de sobresterço é percebida com clareza absurda. Segundo Ricardo Filó, líder de marketing da Logitech G Brasil, o RS50 cria uma “conexão emocional entre o piloto e a pista” — e olha, não é exagero.

Se você é de São Paulo, já pode começar a aquecer as luvas. A Logitech vai fazer uma demonstração pública do RS50 no Shopping Eldorado durante o mês de novembro. É a chance perfeita para testar o brinquedo e entender por que tanta gente está chamando esse volante de “revolução do sim racing acessível”.

O equipamento chega ao mercado totalmente montado, pronto para ser acoplado a cockpits profissionais ou simplesmente fixado na borda da mesa — o que é ótimo para quem ainda não tem um setup completo. A ideia é democratizar o acesso à imersão realista, e nisso a Logitech acertou em cheio.

O preço oficial ainda faz alguns bolsos tremerem mais que o pedal do freio, R$5.099,92 na loja oficial, mas sejamos sinceros: quem ama simulação sabe que sentir o carro “na alma” não tem preço.

E aí, piloto: tá pronto pra sentir cada curva?

O Logitech G RS50 não é só um acessório — é um portal para o mundo das corridas reais, direto da sua sala. Ele não apenas reproduz o que acontece no jogo; ele te conecta com o carro, a pista e o próprio limite.Mas agora quero saber de você: vale investir em tanta tecnologia para sentir a adrenalina mais de perto, ou o controle tradicional ainda dá conta do recado? 🚗💨

Conta aí nos comentários, porque aqui, no Além dos Controles, o debate só começa quando a luz verde acende.

Robson Moretão

Um maluco por games desde sempre – há mais de 30 anos! Sou fissurado em histórias incríveis, desafios “impossíveis” e gráficos realistas. Aqui, na minha coluna, vou falar sobre o avanço desta indústria fantástica e seus desdobramentos.

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