Por Robson Moretão
E aí, galera gamer! Robson Moretão na área, pronto pra mais um papo cheio de energia e referências que só quem vive com um controle (ou um instrumento) na mão vai entender. Hoje a gente vai falar sobre Majjam, um jogo que promete misturar cooperação, música e uma pitada de magia num caldeirão de diversão.
E pra entrar de cabeça nesse universo, vou te levar pra uma viagem sobre uma aventura musical cooperativa sobre salvar o mundo por meio de jam sessions. Sim, você leu certo: salvar o mundo não com espadas ou tiros, mas com acordes, batidas e muito ritmo. Se Guitar Hero e Journey tivessem um filho criado por The Legend of Zelda, talvez fosse algo assim.
Quando o silêncio é o vilão
Imagine um mundo onde a música é a força vital de tudo – as plantas crescem ao som de um violão, o vento assovia melodias e até as pedras têm seu próprio groove. Agora, pense nesse mesmo mundo sendo infectado por uma corrupção sombria chamada Kodé, que suga toda a harmonia e deixa apenas… silêncio. Brrr, até arrepiei. É aí que entram os jogadores, transformados em músicos heroicos cuja missão é restaurar a vida através do poder do Jamming.
Diferente de um Rock Band da vida, onde o desafio é acertar notas no tempo certo, Majjam não é um jogo de ritmo. Aqui, a graça está na improvisação coletiva. Cada jogador controla um tipo de músico – sopro, percussão, cordas – e, juntos, vocês criam melodias únicas para resolver puzzles, explorar cenários e, claro, enfrentar a escuridão do Kodé. Quem nunca sonhou em derrotar um chefão com um solo de saxofone digno de um Final Fantasy?

Cooperação em harmonia (literalmente)
O grande trunfo de Majjam é a tecnologia que harmoniza as performances on-line em tempo real, com latência quase imperceptível. Ou seja, mesmo que seu amigo esteja do outro lado do mundo, quando ele der aquela batida na caixa, você vai sentir o groove na hora. É como se o jogo fosse um Discord musical, onde a comunicação não é por voz, mas por notas e acordes.
Os fundadores da Opus Major, Pierre-Armand Nicq e Jean-Nicolas Vernin, definem o jogo como “um momento suspenso de energia compartilhada”. E faz sentido: lembra aquela partida de Overwatch em que o time se entendeu sem precisar falar? Ou a emoção de descobrir um segredo em Dark Souls com a ajuda de um desconhecido? Majjam quer capturar essa magia, mas com guitarra e bateria.
Expressão > habilidade
Se você tá pensando “mas eu não sei tocar nada!”, relaxa. O jogo foi feito para ser intuitivo, incentivando a criatividade, não a perfeição. Não é sobre ser o próximo Hendrix, e sim sobre se divertir enquanto compõe algo único com seus amigos. É tipo Minecraft, mas em vez de construir castelos, você monta solos que fazem as plantas voltarem a crescer.

O que esperar?
Ainda não temos todos os detalhes (como o número exato de jogadores no modo coop), mas o teaser já deixa claro: Majjam é uma experiência diferente, cheia de cor, personalidade e, claro, MÚSICA. Se a Opus Major entregar o que promete, teremos um jogo que pode marcar uma geração, assim como Journey e Untitled Goose Game fizeram em seus estilos.
E aí, preparados para salvar o mundo numa jam session épica? Eu já tô afinando meu controle imaginário. Conta nos comentários: qual trilha sonora de jogo você levaria pra uma ilha deserta? A minha é a de Chrono Trigger – pura nostalgia em forma de MP3!

Até a próxima, e lembrem-se: no mundo dos games, até o silêncio pode ser derrotado com um bom riff. 🎸✨
Robson Moretão, além dos controles e sempre no volume máximo

Um maluco por games desde sempre – há mais de 30 anos! Sou fissurado em histórias incríveis, desafios “impossíveis” e gráficos realistas. Aqui, na minha coluna, vou falar sobre o avanço desta indústria fantástica e seus desdobramentos.
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