O Rei, mais vivo que nunca

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Hoje é dia de comemorar o aniversário de Elvis Presley que, mesmo morto, continua encantando uma legião de fãs

Telma Elorza

O LONDRINENSE

Dizem que ele não morreu e apenas está num planeta diferente. Não sei e nem me importo. Para mim, ele continua vivíssimo na minha playlist e no meu corpo (tenho DUAS tatuagens dele e ainda vou fazer mais uma). Meu cantor preferido no mundo. Elvis Presley faria 87 anos neste sábado (8). Eu e outros milhões de fãs do mundo todo damos parabéns a ele, todo dia 8 de janeiro. Porque, enquanto ele continuar emocionando com sua voz maravilhosa, vai estar aqui, do nosso lado. Então, viva o Rei do Rock!

Nesses 45 anos após sua morte (mais tempo que viveu nesse plano), o número de fãs só cresceu e ele se tornou o artista solo que mais vendeu discos no mundo todo. Nada mal para um Rei. Mesmo que muita gente conteste o título, porque ele não cantava apenas rock, mas variados gêneros musicais que vai do padrão pop, passando pelo blues, country, baladas românticas e até gospel. Aliás, é dele o EP gospel mais vendido da história, Peace in the Valley, de 1957. Enfim, um Rei versátil.

Foto: reprodução da interner

Elvis marcou minha infância. Não sei quando eu comecei a gostar das músicas dele. Acho que foi vendo seus filmes bobinhos na Sessão da Tarde, na Globo. Meus pais não tinham discos dele, embora o dos Roberto Carlos não faltassem. Lembro que, quando ele morreu, eu tinha 13 anos. E entrei num luto profundo. Fiquei sem assistir televisão por mais de uma semana, porque eu não me consolava com a perda. Depois fiquei sabendo que, naquela semana, a Globo passou quase todos os filmes dele e quis morrer. Mais um período de luto pela perda dos filmes. Sim, adolescente é uma coisa de louco.

Para me consolar, ganhei da minha tia Cida um álbum duplo em vinil com as músicas de maior sucesso, que lançaram às pressas depois da morte. Literalmente, furei aqueles LPs. Minha mãe não aguentava mais. Vendi o álbum (mais todos os vinis que tinha em casa) quando me divorciei, porque me desfiz da “vitrola” e passei a ter apenas toca-CDs. Hoje, lamento. Deveria ter guardado. Ele me acompanhou dos 13 aos 36. O que me consola é que hoje, além do áudio, também posso ver as performances de Elvis no palco, no canal dele do Youtube. E quando não posso assistir, deixo rolando minha playlist nos streamings.

Bom, tudo isso é para dizer “Feliz Aniversário, Rei”, onde quer que você esteja. E feliz de nós, que continuamos lhe amando. Para encerrar, fique com esse vídeo e tenha um ótimo sábado!

Foto: Reprodução da internet

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