Ações e criptomoedas, oportunidades de investimentos em 2022?

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Por Cláudio Chiusoli

O novo ano se aproxima e muitos sacrifícios são feitos. Do ponto de vista econômico, inflação alta, medo do desemprego e aumento das taxas de juros. O que devemos fazer agora? Quais as expectativas de investimento para 2022?

Com a pandemia e confinamento induzido, um grande número de investidores decidiu começar a investir no mercado de ações e criptomoedas.

Claro, existem muitas oportunidades, porque existem centenas de criptomoedas e o acesso ao mercado financeiro para compra de ações está mais fácil do que nunca.

Principalmente para quem quer operar neste mercado e vê nele uma oportunidade, precisa sempre de um intermediário financeiro para investir, ou seja, que execute ordens de compra e venda.

No Brasil, quando tiver acesso à corretora ou ao próprio banco, pode optar por investir em renda variável (ações ou fundos) ou renda fixa (como títulos do governo). No entanto, na B3 (bolsa de valores), já existe uma opção de compra de um pacote de fundos de criptomoeda.

Mas para quem quer entrar nesse mercado, é importante se autoavaliar quanto ao grau de risco, sejam eles mais conservadores, moderados ou agressivos. Quanto maior o risco, maior a chance de obter mais ganhos. E o inverso também é verdadeiro.

Alguns erros a evitar:

• Não busque o lucro de curto prazo, sempre foque no longo prazo, pelo menos por mais de 2 anos.

• A palavra-chave é sempre diversificação, porque vai diluir o risco.

• Se tiver alguma ação ou criptomoeda e ela cair, evite vender. Para ser mais preciso, espere, se for possível. Por exemplo, durante a pandemia, aqueles que possuíam ações viram os preços despencar e perderam aqueles que as vendiam porque hoje eles voltaram aos níveis anteriores ou superiores. É uma situação de longo prazo, porque já se passaram quase 2 anos.

• Analise sempre o seu perfil de risco, seja ele mais conservador, moderado ou agressivo. Muitas corretoras têm uma lista de perguntas e, assim que você responder a essas perguntas, eles o ajudarão a apontar a direção.

• Ao investir, nunca use 100% dos fundos disponíveis, mas apenas uma parte com base no seu perfil e muito menos pedir dinheiro emprestado a terceiros.

Este é um lembrete, vamos aproveitar a oportunidade.

Fique por dentro. Boa semana. Gratidão!

Cláudio Chiusoli

Professor de Administração na UNICENTRO – Universidade Estadual do Centro Oeste /PR. Economista formado pela UEL. Pós-doutor em Gestão Urbana pela PUCPR.
Mande sua sugestão ou dúvidas para prof.claudio.unicentro@gmail.com. Acompanhe meu canal do e minhas redes sociais Linkedin, Facebook Instagram.

Foto: Pexels

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