Raquel Santana (*) Quando eu era pequena, lá no interior de São Paulo, as árvores de Natal vinham do mato, e não das lojas. Os enfeites eram feitos de chumaço de algodão, pó de glitter e bolas feitas de um vidro fino, que se quebrado, podia ferir profundamente. Tudo coladoLeia mais

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