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Cirurgia que interrompe suor excessivo é alternativa para quem apresenta o problema

Entre 0,5% e 1% da população sofrem com esse problema, que interfere e prejudica a vida social das pessoas

O LONDRINENSE com assessoria

Especialista em cirurgia torácica e em terapia intensiva, o médico pneumologista Elias Ribeiro tem realizado muitos procedimentos um pouco diferentes e distintos da realidade de emergência. São cirurgias procuradas por pessoas que querem “parar de suar”: a simpatectomia torácica, considerada um método efetivo e seguro que melhora a qualidade de vida de pacientes que apresentam uma sudorese excessiva, nas regiões de palma das mãos, axilas e face. Entre 0,5% e 1% da população sofrem com esse problema, que interfere e prejudica a vida social das pessoas.

“O que acontece com quem tem hiperidrose, ou seja, suor excessivo, é que há, em termos técnicos, uma exacerbação da secreção das glândulas sudoríparas écrinas. E atinge, principalmente, regiões como mãos, axilas e tórax, mas, pode ocorrer também na região dorsal, lombar, cintura pélvica, entre outras”, explica o médico Elias Ribeiro. O problema ocorre em homens e mulheres que se sentem constrangidos e envergonhados, de modo especial, em ambientes de trabalho e eventos sociais.

Elias Ribeiro explica que recebe muitos pacientes que não aguentam mais cumprimentar colegas de trabalho com as mãos suando ou participar de festas com marcas de suor nas roupas na região das axilas. “São pessoas que desenvolvem transtornos e fobias sociais por conta de um problema que pode ser resolvido de modo rápido e eficaz”, avalia o especialista.

Conforme Elias, a simpatectomia, que retira as cadeias simpáticas e interrompe os ramos para o hipotálamo, pode ser realizada com algumas técnicas que fazem o paciente parar de suar de forma definitiva. De acordo com ele, há possibilidades de efeitos colaterais, como ocorre em qualquer procedimento. “A sudorese pode voltar em alguns poucos casos. Entretanto, os benefícios de se realizar a cirurgia são muito maiores do que as probabilidades do efeito colaterais.”

Foto: Pixabay

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