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“Uma em cada 4 pessoas terá um AVC”, alerta neurologista no O Londrinense POD

Tatiane Arroyo fala dos sintomas e ensina como a palavra SAMU é o caminho para o socorro rápido de quem tem um Acidente Vascular Cerebral

Suzi Bonfim

O LONDRINENSE

Nesta quinta-feira (12), a entrevista no O Londrinense POD é sobre um tema preocupante, o Acidente Vascular Cerebral (AVC). De acordo com as estimativas, anualmente, de 150 a 170 mil pessoas no país terão um AVC. No podcast desta semana, a neurologista Tatiane Arroyo alerta que o risco é muito maior do que a gente imagina.  

“Uma em cada quatro pessoas terá um Acidente Vascular Cerebral . O sintoma do AVC é agudo, abrupto, ou seja, de uma hora pra outra a pessoa pode apresentar o quadro”, afirma a médica que é plantonista da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e uma das coordenadora da residência médica em neurologia da Santa Casa de Londrina.

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Segundo Arroyo, o fator genético pode ser um agravante mas, não é um indicativo preponderante. “Não tem como prever”, garante. 

Existem dois tipos de acidente vascular cerebral, o isquêmico que é a obstrução de um dos vasos que levam sangue para o cérebro e o hemorrágico, quando há o rompimento de um dos vasos e se tem um excesso de sangue no cérebro.

“O AVC isquêmico é o mais frequente, porém o hemorrágico é o que provoca o maior número de mortes”, ressalta a médica neurologista. 

Dia Nacional de Combate ao AVC

Em 29 de outubro, Dia de Combate ao AVC, a divulgação dos sintomas e a necessidade de socorro imediato é intensificada em todo o país. A neurologista Tatiane Arroyo destaca na entrevista às jornalistas Telma Elorza e Suzi Bonfim, a palavra chave que traduz o que as pessoas precisam saber para salvar a vida de ajudar quem está tendo um AVC.

 “O nosso truque é a palavra SAMU: S, de sorriso torto; A de abraço, perda de força, desequilíbrio; M de musicalidade, dificuldade para falar e de compreensão  e U, de urgência. Chame o Samu imediatamente. “O tempo é cérebro, a gente costuma dizer, então, quanto mais rápido seu atendimento, quanto mais rápido o doente chegar ao hospital, menos sequela e menos riscos de mortalidade”, destaca.

Segundo Tatiane, os hábitos de vida saudáveis podem reduzir os riscos de um AVC, são os fatores “modificáveis” como não fumar, beber socialmente, boa alimentação, fazer exercícios com regularidade. Regras básicas para ter saúde de uma forma geral.

O Londrinense POD estreia nesta quinta-feira, em parceria com o ZGM Estúdios,  no canal do O Londrinense no YouTube e Spotify. Curta e compartilhe.  

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