Por professor Renato Munhoz

A Sustentabilidade do Planeta passa por uma cosmovisão que deve levar em conta a saúde e a qualidade de vida das pessoas que nele vivem.

A Pandemia é a maior prova de que uma sociedade que não consegue controlar a manutenção de saúde da população, leva a sociedade a um caos generalizado.

A crise sanitária dos últimos dois anos nos conduziu a um entendimento de que devemos buscar um equilíbrio, considerando o ambiente e, dentro dele, as pessoas. Ficou evidente de que nós, seres humanos, estamos inseridos numa cadeia de relações ambientais e de, além de termos que fazer nossa parte para a manutenção deste ecossistema ao qual estamos inseridos, somos atingidos em cheio por tudo o que acontece nele.

As Metas do ODS 3, segundo site do IPEA, apontam para uma conjunção de fatores, que vão desde de a garantia do nascimento, a qualidade de vida e saúde no decorrer de nossas vidas e a garantia das condições até o dia que morrermos.

Do nascer ao morrer, é preciso garantir politicas públicas com seriedade e qualidade.

Vamos conhecer as metas do ODS 3:

A Organização das Nações Unidas nos 17 Objetivos do Milênio estabeleceu um pacto global para que, até 2030, possa reduzir no mundo para menos de 70 a taxa de mortes a cada 100 mil nascidos vivos.

Até 2030, reduzir em um terço a mortalidade prematura por doenças não transmissíveis via prevenção e tratamento, e promover a saúde mental e o bem-estar.

Reforçar a prevenção e o tratamento do abuso de substâncias, incluindo o abuso de drogas entorpecentes e uso nocivo do álcool.

Até 2030, reduzir pela metade as mortes e os ferimentos globais por acidentes em estradas.

Até 2030, assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar, informação e educação, bem como a integração da saúde reprodutiva em estratégias e programas nacionais.

Atingir a cobertura universal de saúde, incluindo a proteção do risco financeiro, o acesso a serviços de saúde essenciais de qualidade e o acesso a medicamentos e vacinas essenciais seguros, eficazes, de qualidade e a preços acessíveis para todos.

Até 2030, reduzir substancialmente o número de mortes e doenças por produtos químicos perigosos, contaminação e poluição do ar e água do solo.

Fortalecer a implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco em todos os países, conforme apropriado.

Apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de vacinas e medicamentos para as doenças transmissíveis e não transmissíveis, que afetam principalmente os países em desenvolvimento; proporcionar o acesso a medicamentos e vacinas essenciais a preços acessíveis, de acordo com a Declaração de Doha, que afirma o direito dos países em desenvolvimento de utilizarem plenamente as disposições do acordo TRIPS sobre flexibilidades para proteger a saúde pública e, em particular, proporcionar o acesso a medicamentos para todos.

Aumentar substancialmente o financiamento da saúde e o recrutamento, desenvolvimento e formação, e retenção do pessoal de saúde nos países em desenvolvimento, especialmente nos países menos desenvolvidos e nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento.

Reforçar a capacidade de todos os países, particularmente os países em desenvolvimento, para o alerta precoce, redução de riscos e gerenciamento de riscos nacionais e globais de saúde.

Fonte: Ipea.

Professor Renato Munhoz

Teólogo e Historiador. Especialista em Educação Ambiental e Sustentabilidade.

Foto: FreePik

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