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Contratar seguros é demonstrar amor

Por Vander Cardoso

Dizem que o amor é o maior dos sentimentos. Talvez por isso ele esteja presente em tudo, ou quase tudo. Nas artes, filmes e novelas desenvolvem seus enredos com grandes histórias de amor. Também na literatura, muitas obras são criadas explorando esse sentimento. Entretanto, na vida real é que tudo isso é pra valer. E aí várias são as formas de demonstrar amor.

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Lembro que, certa vez, há alguns anos, um cliente me procurou no final de uma sexta-feira querendo contratar um seguro de vida. Naquela época, devido ao horário e à  necessidade de recolhimento de prêmio, ele tinha pouco tempo para conseguir adquirir a apólice, antes de uma viagem que faria a Brasília. Sua preocupação era a família que ficava, filho pequeno inclusive, sem sua presença e proteção. Assustava-o a ideia da possibilidade de uma fatalidade consigo, deixando desamparada a prole. Nesse caso, acabou que tudo deu certo. Ele contratou o seguro, viajou e, dias mais tarde, retornou bem, sem incidentes.

Temos aqui que o seguro foi um modo de demonstração de amor. Por meio de uma apólice, o cliente, de alguma forma, protegeu os seus, se tranquilizou e pode viajar.

Ato de amor

Não se trata de metáfora. É real. O amor cristão se caracteriza pelo conforto que sentimos quando aqueles que amamos estão bem. A satisfação e o bem do outro é o nosso bem. Nesse sentido, vemos que o seguro bem colabora. O de vida, como o fato narrado, pode garantir a subsistência das pessoas que gostamos, caso faltemos. Geralmente, para isso é contratado. O proponente – segurado -, faz o seguro pensando na família que deixará quando morrer. A indenização paga pela seguradora poderá ajudar muito aos que ama, mantendo uma condição digna de vida, enquanto se recuperam e reorganizam suas vidas.

Mas há outros seguros que, igualmente, servem ao amor. Mesmo um seguro patrimonial, aquele que cobre a casa ou a empresa, por exemplo, pode demonstrar o sentimento. A manutenção do patrimônio, por meio do qual as pessoas viabilizam seu dia a dia, é fundamental para manterem a serenidade.

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O seguro de responsabilidade civil, em suas várias modalidades (profissional, obras civis, transportes,…), como já aqui falamos antes, garante o pagamento de prejuízos causados a terceiros, em função de nossas ações ou omissões. Pela sua importância, ao meu ver, em muitas ocasiões, deveria ser elevado à condição de obrigatório. No caso da responsabilidade profissional, o erro durante o trabalho que provoque danos a outros, terá a garantia de reposição das perdas. A tranquilidade do trabalhador na execução das suas tarefas, deixa-o, certamente, menos tenso e, por isso, mais feliz. Como benefício desse estado de espírito estará, entre outros,  um melhor convívio familiar.

As possibilidades de associação do amor ao seguro são muitas. Para fechar, um último exemplo que podemos apresentar é o seguro saúde. Neste, o cuidado com as pessoas que amamos fica evidente. Ao contratarmos um seguro como este para a família, já estamos visualizando uma situação de mal-estar, doença ou acidente com algum membro, cuja dor também sentiremos. Poder ter acesso a um bom serviço médico, no exato momento que dele precisamos, conforta-nos.  Como dito, pelo amor cristão, o bem estar dos que amamos é que nos faz bem.   

Se pensa dessa forma, ainda que esteja praticando outros atos de amor, amplie sua manifestação. Não custa muito mais do que procurar um corretor de seguros.

Vander Cardoso

Formado em Administração pela UEL e em Economia e Contabilidade pela Unopar. Pós graduado em Marketing, tem MBA em Estratégia Empresarial pela USP. Atua no ramo de seguros desde 1990, tendo sido gerente comercial em várias seguradoras, nacionais e  multinacionais. Atualmente é professor universitário e sócio-administrador da Max Line Corretora de Seguros. Fone (43) 3027-2707, cel (43) 999573708. Site: www.maxlineseguros.com.br. Instagram @maxlineseguros

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(*) O conteúdo das colunas não reflete, necessariamente, a opinião do O LONDRINENSE.

Foto: Freepik

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