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Faça seguros. O carnaval acabou, mas a bagunça continua

Por Vander Cardoso

Há coisas que não compreendo. Esta semana li um texto que criticava o executivo municipal pelo cancelamento do Carnaval em Londrina. Na verdade, o cancelamento se deu após interferências externas ao que já havia sido proposto pelo governo. Haveria uma estrutura básica, planejada para receber os foliões londrinenses no fundo de vale, conhecido como Buracão da Vila Portuguesa.

Primeiro veio o Ministério Público com várias recomendações, alegando preocupação com o meio ambiente, dado o ocorrido no ano passado no Jardim Botânico. Em parte, é razoável a preocupação, considerando a pouca educação que vemos nas pessoas quando se agrupam e ocupam os espaços. Todavia, os líderes municipais sabem disso e, certamente, se prepararam, minimamente, para o problema.

Depois disso, houve também pressão dos órgãos de comunicação pela aprovação do Corpo de Bombeiros para apenas 2000 pessoas nos festejos. Além dessas, e talvez a mais justa, um abaixo-assinado dos moradores do entorno preocupados com a bagunça que se previa acontecer. Assim sendo, a decisão da prefeitura foi pelo cancelamento do Carnaval. Dessa forma, quem quis pular o carnaval precisou buscar outros endereços, especialmente aqueles oferecidos por particulares, como clubes, sobretudo. E, em minha opinião, assim deve ser. Ao poder público compete disponibilizar outros serviços, como saúde e educação, principalmente.

Carnaval e negócios

Aqui faço um paralelo com o que acontece no campo dos negócios.

Os governos, em qualquer uma das esferas – municipal, estadual e federal -, têm atrapalhado muito mais do que ajudado. As empresas não precisam de tutores. Cada uma sabe o que precisa fazer para cumprir seus objetivos. Entretanto, o poder público que devia focar, apenas, na disponibilização de um ambiente de negócios favorável, tem feito o contrário. Sob o pretexto de cuidar dos mais necessitados, intervém o tempo todo, criando barreiras aos negócios. Impõe às empresas condições absurdas para trabalharem.

O mercado de seguros, por exemplo, é bastante insipiente no Brasil. Tem potencial de crescimento gigantesco. Em todo caso, o que vemos são empresas já estabelecidas optando por abandonar o país, transferindo suas operações para as que ainda insistem em ficar.

Mercados maduros e fortes são ocupados por empresas privadas com liberdade de ação. Fortalecidas, essas empresas crescem, geram riquezas, contratam e pagam bons salários. Pessoas interessadas nesses salários, preparam-se e ocupam as vagas. Tendo boa renda, não dependem do poder público para festejarem, podendo buscar locais preparados por empresas do entretenimento, que ofertam boa diversão com segurança.

Nosso pecado, portanto, é acharmos que somos incapazes e que, por isso, precisamos dos governos para nos entregarem suas esmolas. Precisamos mudar nossa mentalidade e comportamentos.

Quanto aos seguros, continuemos contratando. Está claro tratar-se de uma necessidade. A pouca educação que suja e faz baderna, provocando a movimentação de órgãos e pessoas, também está presente no trânsito e nas demais rotinas do cotidiano.

Ao comprarmos apólices, protegemo-nos e fortalecemos esse importante mercado. Faça parte desse sublime movimento. Converse com um corretor de seguros.

Vander Cardoso

Os governos, em todas as suas esferas  têm atrapalhado muito mais do que ajudado, tanto no Carnaval quanto nos negócios

Formado em Administração pela UEL e em Economia e Contabilidade pela Unopar. Pós graduado em Marketing, tem MBA em Estratégia Empresarial pela USP. Atua no ramo de seguros desde 1990, tendo sido gerente comercial em várias seguradoras, nacionais e  multinacionais. Atualmente é professor universitário e sócio-administrador da Max Line Corretora de Seguros. Fone (43) 3027-2707, cel (43) 999573708. Site: www.maxlineseguros.com.br. Instagram @maxlineseguros

Foto: Gerada por Inteligência Artificial

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(*) O conteúdo das colunas não reflete, necessariamente, a opinião do O LONDRINENSE.

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