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Reunião vai discutir falta de pediatras em atendimentos de urgências e emergências em Londrina

Convocada pela Comissão de Seguridade Social da Câmara de Vereadores, reunião pretende buscar soluções para o PAI

Telma Elorza

O LONDRINENSE

Uma reunião de trabalho convocada pela vereadora Lenir de Assis (PT), presidente da Comissão de Seguridade Social, marcada para às 14h desta sexta-feira (10), na Sala de Sessões da Câmara, pretende discutir a situação atual do atendimento de urgência e emergência pediátrica em Londrina e, talvez, buscar soluções. A situação do Pronto Antendimento Infantil (PAI), que vem fazendo os pacientes sofrerem com falta de médicos e longas esperas, esta sendo discutida à tempos na Câmara e, até o momento, nada foi solucionado (Veja aqui). Em maio, a empresa contratada emergencialmente para atender as escalas de plantão do PAI pediu rescisão de contrato com a Prefeitura. A empresa não chegou a cumprir um mês de serviços e justificou a rescisão alegando que a Secretaria Municipal de Saúde não deu condições de trabalho aos pediatras terceirizados.

A reunião é organizada também pelas comissões de Direitos Humanos e Defesa da Cidadania e de Defesa dos Direitos do Nascituro, da Criança, do Adolescente e da Juventude. Foram convidados representantes das secretarias Municipal e Estadual de Saúde, Conselho Municipal de Saúde, hospitais, Unimed, Associação Médica de Londrina, Ministério Público, 17ª Regional de Saúde e Conselho Regional de Medicina.

“Estou acompanhando a situação de falta de pediatras, rede de atendimento lotada, crianças esperando horas por atendimento. Recebo reclamações constantemente da população, vou ao PAI ver a situação, conversar com os pacientes. A Comissão de Seguridade Social, da qual sou presidenta, chama reuniões, cobra o Município, o Estado e não vemos mudanças. Não dá mais para continuar desta forma, precisam apresentar soluções concretas. Por isso, convocamos esta reunião ampliada com representantes de todos os serviços de atendimento de Saúde para crianças e adolescentes, porque esta realidade do PAI também é enfrentada nos hospitais. Está insustentável”, afirmou.

Foto: Divulgação

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