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Câmara quer discutir com população a segurança nas escolas

Reunião com os vereadores, nesta terça-feira (11), pretende reunir comunidade escolar e pais para debater o assunto com autoridades da segurança e da Educação

O LONDRINENSE com assessoria

A Câmara Municipal de Londrina (CML) realiza nesta terça-feira (11), a partir das 19 horas, na Sala de Sessões do Legislativo, reunião pública para debater “Segurança nas Escolas”. O evento será coordenado pelas comissões de Seguridade Social e de Educação, Cultura, Desporto, Paradesporto e Lazer, com transmissão pelos canais da CML no Facebook e Youtube.

“Já faz dias que estamos planejando essa reunião, justamente porque sabemos a necessidade de trabalhar o ambiente escolar no sentido se pacificá-lo. Percebemos que ao longo dos anos os jovens muitas vezes têm respondido de forma agressiva a uma série de angústias e nós queremos discutir isso com a comunidade, para que a gente crie estratégias, caminhos para termos paz e segurança nas escolas”, afirma a vereadora Prof.ª Flávia Cabral (PTB), presidente da Comissão de Educação.

Foram convidados representantes das secretarias municipais de Educação e Assistência Social, do Núcleo Regional de Educação, da Patrulha Escolar, da Polícia Militar, da Guarda Municipal e de sindicatos de professores. “Qual é o formato das nossas escolas? Elas estão preparadas? São ambientes seguros? Vamos pensar na arquitetura das escolas, na segurança que a rede estadual, a rede municipal e a rede privada oferecem. […] Precisamos saber também qual é o estado de ânimo dos profissionais de educação, o que eles gostariam que fosse feito para que se sentissem mais seguros. Vamos fazer uma ampla discussão”, explica a vereadora, que há mais de duas décadas dá aulas em cursos preparatórios para concursos e vestibulares.

Presidente da Comissão de Seguridade Social da Câmara, a vereadora Lenir de Assis (PT) ressalta que o tema é complexo e precisa ser abordado sob diversos aspectos, incluindo o da saúde mental da comunidade escolar. “É preciso uma atuação rápida do Estado para que cessem essas situações. Para isso  é preciso uma ação conjunta, pensada na política de educação como um todo. A outra questão é o sofrimento de quem vive hoje nessas situações da escola, o que não vem de hoje. Vamos chamar para o debate a questão da saúde mental dessa comunidade escolar. Temos hoje alunos, professores e funcionários de escolas com a saúde mental muito comprometida”, afirmou.

Foto: Freepik

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