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Vício em games: Entre a diversão e a responsabilidade

Por Robson Moretão

E aí, galera gamer! Os jogos eletrônicos são uma febre que só cresce, arrebatando um montão de jogadores ao redor do globo. Mas, saca só, muitos desses jogos têm um truquezinho escondido que faz a gente ficar grudado neles, não é mole, não. Bora dar uma olhada nos bastidores desse vício e entender como esses games nos pegam pelo coração e não soltam mais? Afinal, tudo tem seu lado bom e seu lado “preciso dar uma maneirada”.

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Os trecos que viciam

Vamos combinar, não tem coisa melhor do que ganhar um presentinho, né? E esses jogos viciantes sabem disso e capricham nas recompensas! Cada vez que a gente completa uma missão ou atinge um objetivo, pimba, lá vem a recompensa em forma de pontos, itens e até desbloqueio de novos níveis. É aí que mora o poder deles, nos deixando satisfeitos e empolgados para continuar jogando sem parar.

Esses games também sacam que a gente curte ver um progresso claro e definido. Então, dividem as missões em metas menores e bem claras, para a gente saber exatamente onde estamos chegando. É como ganhar troféu, né? Cada meta cumprida é uma conquista que a gente pode mostrar pro mundo!

E sabe aquela coisa de querer mostrar pro pessoal o quão bom você é? Esses jogos manjam bem disso! Eles colocam elementos competitivos e aquela parada de tabela de classificação, conquistas e compartilhamento nas redes sociais. Quem não quer ser o melhor e ganhar uma chuva de likes, hein?

Mas olha, não é só isso! Esses games são mestres em nos surpreender com coisas inesperadas. E quem não curte uma pitada de aleatoriedade? Isso mantém a curiosidade lá em cima e nos faz querer descobrir mais e mais dentro do jogo.

Os lados da moeda do vício em games

Os games capricham nas recompensas e esse é o poder deles. Mas podem levar ao vício em games e trazer problemas

Nem tudo é do mal! Tem muita coisa boa em ficar viciado em jogos. Sabia que eles podem ajudar a turbinar nossas habilidades? Raciocínio lógico, decisões rápidas e a capacidade de resolver problemas são só algumas das habilidades que esses games podem ajudar a desenvolver.

E, olha só, jogar pode ser uma válvula de escape para o estresse do dia a dia. É como uma viagem para outra realidade onde a gente pode dar um tempinho nas responsas chatas da vida.

Além disso, tem os jogos on-line que criam comunidades unidas. É a chance de socializar e fazer amigos que curtem as mesmas coisas que a gente, tudo isso sem sair do sofá.

Mas nem tudo é risada e diversão. O lado sombrio desse vício é o isolamento social. 

Quando a gente entra fundo demais nos jogos, pode acabar deixando de lado as relações pessoais. E isso não é maneiro.

Outra parada chata é que o vício pode afetar nossa saúde mental. Se o jogo vira uma fuga dos problemas reais, a coisa fica feia. Ansiedade, depressão e baixa autoestima podem bater na nossa porta.

Ah, e ainda tem a negligência de responsabilidades, né? Quem se vicia pode acabar esquecendo de cumprir com obrigações importantes, como trabalho, estudo e até cuidados pessoais.

A indústria dos games e o vício

E a galera da indústria dos games não é boba nem nada! Eles sabem que a gente se amarra nos jogos, mas também tão ligados nas preocupações com o vício. Por isso, muitas empresas estão correndo atrás para ajudar a gente a equilibrar a jogatina com outras atividades saudáveis.

Vish, olha só o que eles estão fazendo: criando recursos para a gente definir limites de tempo de jogo, recebendo alertas para dar uma paradinha e até de olho na nossa saúde emocional. Isso é mostrar que se preocupam com a gente, né?

E agora, me conta: será que a gente tá no controle da nossa diversão ou tá sendo feito de marionete por essas estratégias espertas? Como equilibrar a vida e os games numa boa? Será que a responsa de evitar o vício é só nossa ou todo mundo tem que dar uma mãozinha nessa parada? Parar e pensar nisso é essencial para curtir os jogos numa boa e de boa.

Robson Moretão

Um maluco por games desde sempre – há mais de 30 anos! Sou fissurado em histórias incríveis, desafios “impossíveis” e gráficos realistas. Aqui, na minha coluna, vou falar sobre o avanço desta indústria fantástica e seus desdobramentos. Ah, e se quiser ficar por dentro das últimas novidades dos games e e-sports diariamente, cola comigo nas minhas redes sociais: TwitterTiktok, e Instagram

Fotos: Envato

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(*) O conteúdo das colunas não reflete, necessariamente, a opinião do O LONDRINENSE.

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