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14 mil pessoas foram contratadas na Região Metropolitana de Londrina em fevereiro, segundo Caged

Região, que tem 24 municípios, foi responsável pela admissão de 891 trabalhadores temporários

O LONDRINENSE com assessoria

A  região Imediata de Londrina foi responsável pela contratação de 14.040 pessoas no mês de fevereiro, de acordo com dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em janeiro foram 13.082 contratações.

De acordo com o levantamento, do total de pessoas contratadas, 55,87% eram homens e 44,13% eram mulheres. Do total, 61,08% das pessoas admitidas tinham o Ensino Médio completo, e 31,01% dos contratados tinha idades entre 18 e 24 anos.

Os municípios de Londrina, Arapongas e Cambé se mantiveram como os que mais contrataram com 8.982, 1.593 e 1.212 admissões respectivamente. Em janeiro foram 8.212, 1.669 e 1.143 admissões.

Assim como no mês anterior, indústria, comércio, agronegócio e o campo administrativo foram as áreas que mais contrataram na região. Exceção para as cidades de Bela Vista do Paraíso, Pitangueiras, Florestópolis, Lupionópolis, Rancho Alegre e Sertaneja, em que as áreas manutenção, ciências e artes e cargos de gerência, foram as que mais contrataram. 

A Região Metropolitana de Londrina conta com 24 municípios, são eles: Londrina, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Ibiporã, Jataizinho, Sertanópolis, Tamarana, Alvorada do Sul, Assaí, Jaguapitã, Pitangueiras, Sabáudia, Florestópolis, Porecatu, Primeiro de Maio, Arapongas, Centenário do Sul, Guaraci, Lupionópolis, Miraselva, Prado Ferreira, Rancho Alegre, Sertaneja, Uraí.

Trabalho Temporário

Segundo a pesquisa do Novo Caged, a região foi responsável pela contratação de 891 trabalhadores temporários no período. O gerente da Employer Recursos Humanos em Londrina, Robson Bini, acredita que a modalidade de contratação temporária pode alavancar ainda mais as contratações na região. 

Ele explica que esse modelo é capaz de atender a demanda de diferentes setores, como a indústria, o comércio e o agronegócio, por exemplo. “As empresas da região têm apostado na contratação de trabalhadores temporários para suprir a demanda por mão-de-obra. Isso porque a contratação, que é feita por uma empresa especializada, se torna mais ágil e menos burocrática”, explica.

O presidente da Associação Brasileira de Trabalho Temporário (Asserttem), Marcos de Abreu, destaca que  as empresas brasileiras entenderam a garantia jurídica e a contratação rápida da modalidade e estão se apoiando nela para atender suas demandas.

“O conhecimento jurídico do Trabalho Temporário está permitindo o aumento desta modalidade de gestão de mão de obra a cada ano. Isso nos faz crer, em condições normais, em uma expectativa positiva para o ano de 2023”, diz.

A estimativa da Associação é de que  o número de contratações temporárias no primeiro trimestre do ano (janeiro a março) cresça 8% em relação ao mesmo período do ano anterior em todo o Brasil. 

Direitos do Trabalhador Temporário     

Na modalidade temporária, o trabalhador tem anotação em carteira e os direitos assegurados pela legislação 6.019/1974. Dentre os direitos, estão inclusos pagamento de horas extras, descanso semanal remunerado, 13º salário e férias proporcionais ao período trabalhado. Ele recebe 8% dos seus proventos a título de FGTS e o período como temporário conta como contribuição para a aposentadoria.     

Vale ressaltar que na legislação, o trabalhador temporário pode ser contratado por até 180 dias, com possibilidade de prorrogação por mais até 90 dias. A efetivação pode acontecer a qualquer momento desse período. Junto à Previdência, o trabalhador temporário também tem todos os direitos garantidos, desde que se respeite a carência mínima exigida para o pagamento dos benefícios.  

Foto: Pexels

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