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“Tijuana” estreia na programação do FILO desta quarta-feira (28)

Espetáculo será apresentado também nesta quinta, no Ouro Verde

O LONDRINENSE com assessoria

Destaque na programação do Festival Internacional de Londrina – FILO 2023 desta semana, “Tijuana”, do coletivo mexicano Lagartijas tiradas al sol, será apresentado nesta quarta (28) e quinta (29), às 20h30, no Ouro Verde.

O que esperamos da democracia é uma das questões apresentadas pela experiência do ator e diretor Lázaro Gabino Rodríguez, que, durante seis meses, se transformou em Santiago Ramírez, morador de Tijuana – cidade na fronteira do México com Estados Unidos -, e passou a ganhar um salário mínimo trabalhando em uma fábrica da região.

Essa experiência vivencial se transfigura no palco em um jogo de ficção e realidade, borrando essas fronteiras por meio de uma dramaturgia que bebe da linguagem documental, mostra suas vísceras e não esconde as engrenagens do processo criativo.

Outras apresentações do FILO

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BAGAGEM – Shambuyi Wetu – República Democrática do Congo.

A apresentação será às 11h, no Terminal Central. Baseado na experiência de sua mudança de Kinshasa (República Democrática do Congo) para São Paulo (Brasil), e ao observar a condição dos imigrantes africanos pelo mundo, o artista plástico congolês Shambuyi Wetu criou a performance “Bagagem”. Trata-se de um olhar crítico sobre como esses imigrantes muitas vezes são invisibilizados intelectual e artisticamente. Nessa diáspora moderna, os deslocamentos forçados ou incentivados por questões econômicas e sociais são um tema complexo e desafiador acolhido pelo artista, que veio para o Brasil em 2014. Classificação indicativa: Livre. Duração: 60min. GRATUITO. Às 16 horas, o artista faz um bate-papo com o público, no Sesc Cadeião (Rua Sergipe, 52).

KARAÍBA: UM MUSICAL ORIGINÁRIO  – Grupo Karaíba – Rio de Janeiro (RJ).

Às 19h, no Espaço Villa Rica (R. Piauí, 211). Com equipe composta majoritariamente por artistas indígenas, essa odisseia sonora teatral é voltada para públicos de todas as idades. Baseada na obra homônima de Daniel Munduruku, a história mescla mitologia indígena e aventura. A montagem repensa lacunas da pré-história brasileira e elucida o encontro com os europeus como parte da história, não o início dela. Partindo do protagonismo das narrativas indígenas, o público irá participar de um exercício de imaginação sobre como seriam os povos e a vida nestas terras antes da chegada dos portugueses. O canto, a dança, a poesia, a oralidade e a sonoridade compõem essa história cheia de ensinamentos e alianças. Classificação indicativa: Livre. Duração: 50 min.

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Foto: Divulgação

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