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A ópera de papel de um diretor

Última apresentação do espetáculo Tango, hoje, é oportunidade para se emocionar com o grupo que fez história em Londrina

Raquel Santana

Especial para O LONDRINENSE

Definida como “minha ópera de papel” pelo encenador William Pereira, o espetáculo “Tango”, de Slawomir Mrozek, encerra hoje uma bem sucedida temporada de três dias no Cine Teatro Ouro Verde. Nas duas primeiras apresentações, um teatro lotado assistiu a um espetáculo que embora tenha sido criado por um polonês em 1964, traduz bem a realidade atual brasileira.

Além de texto e encenação impecáveis, “Tango” é de uma plasticidade de encher os olhos. Todo o cenário foi construído em papel jornal. São toneladas de notícias que cobrem o palco, criando uma atmosfera que remetem a uma realidade que a medida que o tempo passa, vai ficando caótica. Sem previsão de uma segunda temporada, no entanto, Tango encerra uma curta carreira com gosto de “quero mais”. O Proteu deveria voltar à ativa, depois desse revival. Londrina e a arte merecem!

Fotos: Raquel Santana

Tango

Cine Teatro Ouro Verde, 20 horas

Ingressos: R$10,00 e R$5,00 (meia)

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