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Ramona, a minha dona

Ramona chegou em casa em 2007, resgatada das ruas pela veterinária da Saphira- a gata linda da minha ermã que me fez descobrir a paixão por gatos. Foi a falta da Saphira em casa (ermã tinha mudado e levado ela) que me fez buscar uma gatinha para chamar de minha. Ramona tinha uns 45 dias e junto com um irmãozinho vasculhava o lixo perto da clínica. O irmãozinho escapou mas ela foi parar nos meus braços.

Novinha ainda e lindona

Era uma coisica miúda, xereta e ronronante. Eu nunca havia criado um gato antes (não gostava, veja só!). O filho que deu o nome de Ramona Rock. Eu acrescentei o Maria. Então ficou Ramona Maria Rock Elorza. Desde o primeiro dia, dormiu na minha cama, nos meus pés. Só sai de lá, quando estou muito agitada e mexo as pernas demais. Aí, pra não ser chutada, vai buscar outro canto sossegado. No resto do dia, onde eu estou, ela está. Com a Mimi, ciumenta, se afastou um pouco. Mas quando quer ficar comigo, dá uns tapas na pequena e toma o lugar.

Com a Titi recém-chegada

Ramona sempre foi a mais sociável de todos os gatos que tive. Se chega visita em casa, ela logo vai inspecionar e dar sua aprovação. Se gostar de você, pode ir para seu colo, embora não venha muito no meu. Também é a primeira a receber os novos gatinhos que chegam. Vira mãezona. Mimi a deixa frustrada porque não aceita seus cuidados.

Minha Ramona é agora uma senhorinha que fará 12 anos, em outubro deste ano. E é minha dona. Ela manda, eu faço. (Telma Elorza)

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