Por Rogério Rigoni
Fala, meninas e meninos do ROCK!
E o velho problema continua, principalmente no meio underground. As bandas não colocam a tão importante “BIO” em suas páginas oficiais no YouTube, não colocam nem o nome da cidade de onde são no Instagram. Assim não dá!
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O underground quer ser ouvido e visto, mas como fazer isso sem informação nenhuma? Quantas e quantas bandas independentes que eu escuto e quando entro na página deles e vou lá no “sobre” (que nada mais é onde você coloca as informações sobre a banda) não tem nada escrito, só tem a data que montaram o canal. Não sei nem de onde são. Foi por isso que o DNA Rock Paraná acabou.
Para quem não sabe, o DRP era um programa que rolava toda quarta-feira as 19 horas pela Antena Zero @antenazerooficial, divulgando a cena independente autoral do Paraná. Chegou uma hora que não tínhamos banda mais para tocar, tínhamos que ficar repetindo banda ou ficávamos reféns só de bandas de Curitiba. Não tínhamos informações necessárias e primordiais das bandas que pesquisávamos para rolar no programa, que é a cidade da onde elas são.

Bio de banda: informação supernecessária para divulgação
A gente tinha que dar um jeito de falar com eles e perguntar de que cidade é a banda, isso quando tinha resposta. Às vezes, a resposta chegava semanas depois, nem no próprio direct das redes sociais eles ficavam ligados, muito menos na página do YouTube. E assim perdemos um programa importante para o underground na rádio.
Não custa nada colocar as informações necessárias nas páginas oficiais da banda, é só ir lá no “sobre” e digitar. Não precisa colocar uma bíblia, é só colocar a cidade de onde são, os integrantes e o estilo de som, mas se quiserem colocar mais informações, melhor ainda!
Isso serve para o Instagram também. Eu sei que no insta é meio limitado, mas coloca pelo menos o nome da cidade de onde são, pô! É tão fácil e não dói.
Outro problema, as bandas não disponibilizam o disco ou o single no YouTube, elas só se preocupam em divulgar em outras plataformas. Se vocês querem tocar em uma rádio web por exemplo, é importante ter o som no YouTube, pois na hora de editar o programa fica muito mais fácil extrair a música do que no Spotify. Aprendi isso fazendo o DRP. Quando a gente mandava o programa para ser editado em São Paulo, o Rodrigo sempre pedia o link do YouTube, pois no Spotify é quase impossível de extrair as músicas.
Além do mais eu já vi no canal de várias bandas só apresentações ao vivo de baixíssima qualidade que eles sobem para o canal e mais nada. Assim não dá, né? O underground já é uma briga para fazer e vocês me dão uma dessas? Tem que ter um canal caprichado, ainda mais quem toca autoral e quer ser visto e ouvido.
Se liguem bandas, coloquem a PORRA da BIO nas páginas oficiais e o nome da cidade de onde são no Instagram.
Espero que a bronca de resultado, um ótimo resto de semana e…
BORA PRO ROCK!
Rogério Rigoni

“FALA, MENINAS E MENINOS DO ROCK”! Assim começa o programa o DNA Rock Brasil, pela radio web Antena Zero, de São Paulo! Sou um dos apresentadores e falo do que amo desde que me conheço por gente: música! E se for autoral, melhor ainda! E já que não tive uma banda, me realizo falando e escrevendo sobre rock and roll! Punk de alma e de coração, vivendo em paz ! E…BORA PRO ROCK! Me sigam no Instagram: @historias_de_rock
Fotos: Divulgação
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