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Prefeitura relança edital de Natal

A licitação foi reaberta após vários apontamentos feitos pelo Observatório de Gestão Pública de Londrina

O LONDRINENSE com assessoria

A Prefeitura de Londrina reabriu o pregão 164/19 para contratar empresas que aluguem a decoração e iluminação de Natal em ruas, rotatórias e praças da cidade. O pregão está marcado para 6 de setembro e tem valor máximo de disputa pelas empresas estimado em R$ 2.484.083,75.

A licitação foi reaberta após o Observatório de Gestão Pública de Londrina ter apontando algumas irregularidades no edital original. O executivo municipal pretendia gastar inicialmente até R$ 3,4 milhões.

A íntegra do edital e o Termo de Referência onde estão contidos todas as regras e detalhes da contratação podem ser consultados no link bit.ly/licitanatalna página de licitações da Prefeitura.

Os seis lotes estão divididos em ornamentos, estruturas e adornos variados, incluindo a “construção” temporária de uma casa com lareira para o Papai Noel na Praça da Bandeira, centro.

Neste edital, são 15 árvores de Natal (uma delas para o Lago Igapó), enfeites com caixas de presentes pequenas e gigantes, trenó de renas e bolas de Natal. Há previsão para a instalação de cinco túneis iluminados de led no Calçadão de Londrina, e ainda lotes com enfeites para instalações decorativas ao longo da rua Sergipe, no centro e da Avenida Saul Elkind, na zona norte.

Locais específicos da cidade também vão receber iluminação especial: as empresas podem disputar a instalação decorativa no Museu Padre Carlos Weiss, Catedral Metropolitana, na barragem do Igapó 1, Concha Acústica (centro) e Praça Rocha Pombo.

Todos os itens serão alugados de empresas do setor, à exceção do letreiro com os dizeres “Eu Amo o Natal de Londrina”, que deverá ser adquirido (valor de disputa de R$ 72,5 mil). Após as festividades de Natal, o trecho da frase “o Natal de Londrina” será retirado e permanecerão apenas os dizeres “Eu amo Londrina”.

“Produzir uma comemoração de Natal em Londrina é uma demanda das entidades ligadas ao comércio, ao turismo e da própria sociedade civil. Nossa expectativa é atrair mais recursos para o comércio, aumentar a geração de empregos e reter mais impostos para a cidade em um período importante”, explica Bruno Ubiratan, presidente da Codel.

Colaborou Mirella Fontana

Foto: Divulgação/Prefeitura de Maringá

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