Por Cassiano Russo, professor de filosofia Mais uma madrugada. O dia começou. No silêncio das cinco horas da manhã, tenho a sensação de que nada é óbvio neste mundo, por mais que tudo pareça tão banal para alguns, o que não é o meu caso, porque algumas faíscas de realidade meLeia mais

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Por Cassiano Russo, professor de Filosofia Meu ofício é escrever. Nenhuma ocupação senão a escrita me interessa mais nesta vida. É por isso que deixei de lado todas as minhas pretensões não literárias. Sobrevivo das palavras. Fora delas, tudo é ficção. Como Serguei Dovlátov, prefiro fazer uso de vocábulos aLeia mais

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Por Cassiano Russo, professor de filosofia Quem se leva demasiado a sério ainda não compreendeu quão precária é sua situação. Os homens não passam de minúsculas formigas que vivem a construir sua morada num lugar que não lhes pertence, com suas vidas tão frágeis quanto uma colher de plástico: leveLeia mais

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Por Cassiano Russo, professor de Filosofia Quero ser artista. Pintar quadros como Van Gogh, no despertar da primavera do olhar da moça ruiva da tela. Girassóis do olhar da moça em uma tarde de sol no centro de Londrina. Pássaros que cantam a esperança de um belo dia eternizado numLeia mais

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Por Cassiano Russo Gostaria de ser escritor. Escrever crônicas e contos e receber por isso. Infelizmente, aqui estou, com a minha escrita desconhecida, consciente de que ninguém levará estas minhas linhas a sério, e por que levariam, afinal? O que tenho a dizer de interessante senão expressar este meu mundinhoLeia mais

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Na época que não existia internet e nem celular, as notícias eram passadas por cartas e por telefone. Sou do tempo que este último tinha apenas dois dígitos. É só tinha uma linha em casa quem tinha dinheiro. Naquela época equivalia a um carro na garagem. Como linha lá emLeia mais

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Tem gente que já jogou pedra, outros que cuspiram e até mesmo quem já colou chiclete na cruz. Eu tropecei mesmo. Toda época de Páscoa, lembro dessa história. Foi na apresentação do grupo Chronos de Teatro, em 2007, dentro do Festival de Teatro de Curitiba. No Largo da Ordem, cheioLeia mais

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Dias desses um amigo jornalista e ex-chefe fez um post saudoso no Facebook, lembrando uma época do jornalismo que não existe mais. Um tempo em que a redação era uma balbúrdia, com telefones tocando, gente falando e o tec-tec ensurdecedor das máquinas de escrever não tiravam a concentração de ninguém.Leia mais

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Pinga, aguardente, cana, caninha, branquinha, água que passarinho não bebe. São cerca de 450 sinônimos para chamar aquela que é a mais brasileira das bebidas, a cachaça. Confesso que não sou fã de pinga. Trauma do porre que tomei ao entrar em jornalismo, na UEL. Foi meu segundo pileque naLeia mais

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A primeira artista que vi de perto em minha vida, foi a atriz e diretora Irene Ravache. Já tinha visto outras celebridades antes, mas nunca tinha conversado com nenhuma. A peça era “Uma mulher de negócios“ e o ano era 1981. Tinha 20 anos na época e ainda sem saberLeia mais

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