Por Telma Elorza O preço do gás tá alto pra cacete. Será que vamos ter que cozinhar no fogão à lenha? Onde vou arrumar lenha? Meu fogão aceitaria lenha? Pesquisar no Google como transformar fogão à gás em fogão à lenha. Nossa, mas com o preço da comida é bomLeia mais

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Por Telma Elorza Ela caminha pelas ruas da infância com um olhar surpreso. A nostalgia surge em cada nova construção – para ela – que visualiza no caminho. “Aqui não ficava a casa do Manoelzinho da Dita?”, se pergunta a ao ver a loja de camisetas que aparenta já estarLeia mais

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Por Telma Elorza O amigo me conta: “Não sei comer pizza, lazanha nem nada que vá queijo. Tenho ojeriza de queijo. Não me chame para uma noite de queijos e vinhos porque vou odiar”. Surpresa fico, porque acredito que o queijo é a melhor invenção do homem. Mais que celularesLeia mais

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Por Telma Elorza Na minha adolescência, fui uma grande fã de Carnaval. A minha pequena cidade natal, no interior de São Paulo, tinha fama na região de ter a melhor festa carnavalesca do interior. Vinha gente de longe curtir a folia. A maioria dos meus primos não perdiam a data,Leia mais

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Por Telma Elorza Casas abandonadas estão em todas as partes. De repente, você vira uma esquina e PÁ, lá está uma. Às vezes trancadas, outras escancaradas. Nestas, sempre há sinais de ocupação. Um morador de rua, um usuário de drogas, alguém se dispõe a ocupá-la temporariamente até encontrar um novoLeia mais

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Por Cassiano Russo Corpos queimados pelo sol escaldante se arrastam pelo asfalto quente da cidade suja. Ratos, mosquitos e escorpiões infestam os terrenos dos bairros mais distantes. A população periférica é encaixotada em ônibus, que mais se parecem com latas de sardinha. Mais um dia de trabalho extenuante no centroLeia mais

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Por Cassiano Russo As palavras vêm como o vento que nos toca. Nunca sabemos sua direção e como reagiremos a elas. Às vezes são apenas brisas, palavras mansas; outras vezes, elas vêm como furacões capazes de nos arrancar do chão. Há também aquelas palavras murmuradas, como lamentações, ou ladainhas. FatoLeia mais

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  Por Cassiano Russo Eu só existo na escrita. Fora dela, nada sou, pois ninguém me conhece. Nas publicações que tenho produzido, eu sou completo, existo nelas mais do que na minha casa, onde vivo solitário, numa espécie de degredo doméstico. Meu lar é um grande deserto que somente eu habito.Leia mais

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Por Cassiano Russo Dias atrás fui visitar um circo abandonado em um terreno baldio, onde atrações desse gênero costumavam ocorrer. Não havia público, nem arquibancada. O picadeiro estava vazio. A lona rasgada quase voava com o vento. Tudo era silêncio sepulcral, com o picadeiro cheio de velas apagadas, consumidas peloLeia mais

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