Que tal jogar videogame com um piano? Ou com uma frigideira?

Porque tem algumas pessoas que não se contentam com um simples joystick

A gente já falou aqui no blog a respeito de uma quase obsessão da Nintendo em inovar no quesito controles de videogames. Eles já disseram que não vão parar de inovar e se possível querem criar novos padrões para a indústria. Isso porque numa conferência com investidores alguém questionou que as coisas estão como estão há mais de 30 anos. Certeza?

Controles diferentes não são novidade no mundo dos videogames. O Atari, por exemplo, teve uma série deles. Um dos mais diferentes era o kit de controles sem fio. Pensa num negócio confortável. Só que não. A base era três vezes mais grossa do que o dos controles normais com fio. Era pesado. Usava radiofrequência analógica para se comunicar com a base – pensa na interferência que isso causava no sinal da TV. Fora o consumo de baterias, daquelas quadradas de 9V. Quer um? Dá para comprar online aqui.

Para o Nintendinho, um controle estranho me vêm à mente. Power Glove. O marketing por trás desse periférico foi algo fora do normal para a época. Lembra do filme Wizard – O Gênio do Videogame? Pois o antagonista me aparece com uma dessas e foi muito EITA CACETA!!! No filme, o controle era o bicho, mas na prática era quase impossível jogar qualquer coisa com ele.

Teve outros que também não deram muito certo, como a tentativa da Sega de criar algo parecido com o que viria a ser o Kinect. Era o Activator, uma base com raios infravermelhos que lia os movimentos do corpo do jogador, que ficava dentro da traquitana []. O lançamento foi feito em 1993 como um instrumento musical, que dava um tipo de vergonha alheia em quem assistia:

Falando em instrumentos musicais como controles de videogames, tem um caboclo que mapeou as teclas de um teclado como os botões do controle de um Nintendo 64. Mais do que isso. Ele zerou a primeira fase de 007 Goldeneye no “piano”. Meldels…

Quer algo mais hardcore? Que tal jogar o medieval Brawler Mordhau com uma frigideira de verdade? Então toma!

https://twitter.com/rudeism/status/1136162927210196993

Fotos: Divulgação

Fábio Calsavara

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É jornalista e gamer raiz. Do tempo em que criança jogava fliperama em boteco de rodoviária.

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